Fala galera estou de volta ontem sábado dia 16 de junho, estava eu na pizzaria Via Pastelli situado na beira mar de Camocim do meu amigo e também blogueiro, que para não perder a deixa vou recomendar aqui (aradisilva.blogspot.com.br). Sim voltando o assunto, estava eu esperando uma lasanha e recebi um jornal de seu Aradi do dia como disse o próprio, encontrei nele varias noticias algumas nem tão boas assim, como por exemplo Ceará perde espaço nos leilões de energia eólica, mais li também uma noticia muito interessante sobre surf intitulada "Surf é um esporte para ser praticado entre amigos". Por achar um frase bem legal que também pode e deve ser aplicado ao kitesurf que é o nosso esporte base, decidi reproduzir a reportagem para vocês leitores e aí vai: "Surf é um esporte para ser praticado entre amigos". Essa frase foi proferida por Osorinho, o grande idealizador da comitiva "12 Homens e um destino", pouco antes de minha partida com o Gilberto para o arquipélago das 17 mil ilhas, a Indonésia. O que eu não poderia imaginar era que essa máxima se revelaria verdade com os mais novos amigos que conhecemos ainda no caminho para Java, os paulistas Maurício Cobra, que mora em Sydney, Austrália e o local de Maresias, Adriano Tiga.
Apesar de em G-Land estarem vários de nossos amigos cearenses, como o Hermes Falcão, o Ítalo Magalhães, Diego Mattei e o Dado, o fato dos paulistas estarem no mesmo surf camp fez com que uma parceria natural se estabelecesse e a grande verdade é que, se não fosse o Maurício e o Tiga, certamente não teria surfado as melhores ondas da minha vida.
Assim que chegamos em G-Land, fomos logo conferir a sessão Money Tree, onda pesada e desafiadora que estava quebrando ondas de 6 a 8 pés. Mas, fomos com pranchas pequenas e não conseguimos boas ondas.
Tigertracks
No dia seguinte, decidimos surfar Tigertracks, uma onda mais amigável, mas nem por isso menos perigosa, pois, seu fundo de coral era até mais raso que o de Money Tree. Ali fizemos nossa estreia, dividindo o mar com alguns poucos surfistas.
Por volta das 14h, começamos os preparativos para voltarmos a Money Tree, dessa vez com as maiores pranchas que havíamos trazido para a viagem. Foi nessa hora que nossos amigos paulistas mostrariam que não estavam ali por acaso e sim, para nos ajudar naquela perigosa missão.
Logo que entrei no mar subiu uma onda com cerca de 3m de altura. Virei a prancha e só ouvi o Maurício gritando: "Vai Noronha!". Era a deixa que eu precisava para realizar mais um sonho, o de surfar uma onda de verdade em G-Land. Remei forte e quando achei que a onda fecharia em cima de mim, dropei, para o delírio de meus novos amigos que gritavam sem parar, comemorando meu sucesso.
GEORGE NORONHA
ESPECIAL PARA O JOGADA

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